Perguntas frequentes sobre câmbio

Não basta que a gente tenha a melhor cotação do dólar e euro em Brasília. Para facilitar a vida de nossos clientes, criamos esta seção com a resposta às perguntas mais frequentes sobre câmbio de moedas estrangeiras.

Para facilitar a navegação, dividimos nossas perguntas em três seções: Antes durante e depois de comprar moeda estrangeira.

Além disso, incluímos também ao final uma seção com dicas úteis sobre a compra de moeda estrangeira, que podem ser de grande valia na hora da compra.

Cliquem nas seções e depois naveguem pelas perguntas logo abaixo. Ao clicar em cada pergunta a resposta se abrirá automaticamente.

Caso tenha alguma dúvida que não está contemplada no mecanismo de buscas abaixo, ou algo que deva ser reeditado, não hesitem em nos informar pelo Whatsapp (61) 982133789.

Tenham uma excelente experiência com a Red Gold Câmbio!

ANTES DE COMPRAR MOEDA ESTRANGEIRA

Como eu posso acompanhar a cotação do dólar e euro diariamente?


A Red Gold disponibiliza gratuitamente um serviço de divulgação de cotações via Whatsapp. São as chamadas “promoções relâmpago”.

Nestes envios, é possível que o cliente saiba como a cotação da moeda está se comportando naquele dia específico, e consiga lanças suas compras quando a cotação estiver satisfatória.

Nossas promoções relâmpago possuem as seguintes características:

  • Promoção enviada entre as 11 as 13h, com duração de 2h para lançar operações;

  • Mesmo valor para quem compra de 100 a 999,99 unidades da moeda correspondente.

  • Possibilidade de descontos progressivos para quem adquire mais do que 1000 unidades da moeda correspondente (consultar a atendente via Whatsapp, informar quanto pretende comprar e verificar se tem maiores descontos).

Porém, mesmo que não tenha uma promoção relâmpago em curso, pode ficar tranquilo.

Entre em contato conosco na hora que estiver precisando fechar sua operação, diga-nos o valor que pretende adquirir, e vamos fazer o melhor negócio possível na cotação do momento.




A tendência do dólar é cair ou subir?


Essa é uma “pergunta de ouro”, que escutamos todos os dias os nossos clientes fazerem.

De antemão cabe destacar que uma instituição de câmbio não tem como competência emitir opiniões sobre os mercados futuros câmbio, cujas avaliações são privativas dos Economistas e dos analistas de investimentos credenciados pela CVM.

Assim, às instituições de câmbio cumpre tão somente acompanhar as cotações do momento, e transmitir aos seus clientes a cotação do presente, sem se ater a previsões futuras.

Desconfie de instituições que lhe garantem que a moeda irá cair ou subir, pois elas não possuem competência técnica nem a capacidade de lhe asseverar esse tipo de informação.

Porém, para não deixar nossos clientes sem resposta, podemos falar sobre o que já aconteceu no passado, levando-se em conta que a história muitas vezes se repete.

O Brasil, historicamente possui índices inflacionários maiores do que os dos EUA e da União Europeia, o que demonstra que nossa moeda se desvaloriza em velocidade superior à deles.

Pode-se levar em conta também o volume de comércio exterior entre o Brasil e estes países como um indicador importante, visto que quanto maior a entrada de moedas estrangeiras em nossa economia, menor a cotação

Assim, levando-se em conta os argumentos supracitados, apresenta-se o gráfico que demonstra o comportamento do Dólar em relação ao Real Brasileiro desde o início do plano real até o período atual:

Como se pode ver, quanto mais se passava o tempo, mais a cotação subia com ajuda da disparidade inflacionária, porém, entre 2003 a 2013, com o boom das commodities, que proporcionou grande entrada de dólares no Brasil, a moeda caiu, voltando a subir somente após o ano de 2013.

Novamente, voltamos a falar que não é de nossa competência falar sobre o futuro do mercado cambial, mas talvez, com estas informações, o leitor consiga fazer uma avaliação histórica de como está o momento atual, tirando as próprias conclusões.

Para avaliações técnicas sobre o comportamento futuro do mercado de câmbio, procure um Economista ou um Analista de Investimentos vinculado à CVM.




Porque eu não consigo comprar dólares ou euros pela cotação comercial, que vejo pela televisão e internet?


A cotação do dólar comercial é exclusiva para transações em meio bancário, em transações de importação e exportação, e com a devida documentação legal.

Para turistas, o procedimento é completamente diferente, visto que existe a importação de moeda em espécie pelos bancos (as cédulas), o transporte delas até os estabelecimentos distribuidores, o spread das instituições financeiras, e outra faixa de tributação.

Portanto, fazendo uma alusão um pouco grosseira, comparar o preço do dólar comercial com o do dólar turismo seria mais ou menos como comparar o preço da arroba do boi que se vê pela TV com o preço da picanha, no supermercado.

Ou seja, deve-se considerar que para a moeda chegar até a mão dos turistas, ocorrem custos de importação, transporte e manipulação bem maiores do que os existentes nas transações comerciais.

Por esta razão, a cotação da moeda turismo, que chega nas casas de câmbio é mais cara do que a cotação da moeda comercial, vista nos telejornais e portais da internet.




Como é feita uma operação de câmbio?


A cotação da moeda oscila em tempo real, de acordo com a oferta e demanda de moeda no mercado cambial.

Quando o cliente resolve fechar sua operação de câmbio, é como se fosse tirada “fotografia” daquele momento do mercado, em ocorrem simultaneamente duas operações:

  • A venda da moeda ao cliente pela cotação de venda, e,
  • A compra daquela moeda pela loja, para entregar ao cliente, pela cotação de compra;

Portanto, na mesma hora em que a loja vende a moeda ao cliente, ela também compra aquela mesma moeda na cotação de compra, em uma operação simultânea.

A diferença entre o preço que a loja compra a moeda para o preço que a loja vende a moeda se chama spread, que nada mais é do que o faturamento que a loja obteve com aquela operação de câmbio.




Como funciona o sistema de preços de uma casa de câmbio?


Para serem remuneradas, as casas de câmbio têm o direito de ficar com o spread das operações de câmbio, que são a diferença entre a cotação de compra do momento, da cotação em que a moeda está sendo vendida ao cliente, deduzidos os impostos.

Entretanto, a maioria das lojas não aplica valores fixos de spread, levando em conta também o volume da operação, ou seja, a quantidade de moeda que o cliente quer comprar.

Portanto, quanto mais moeda o cliente compra, menor o spread cobrado, visto que a loja passa a faturar no volume, e não no percentual.

Os volumes que a Red Gold Câmbio usa para definir o spread, em dólares ou euros, são:

  • De 100 a 499,99
  • De 500 a 999,99
  • De 1000 a 1999,99
  • De 2000 a 2999,99
  • De 3000 a 3999,99
  • De 4000 a 4999,00
  • De 5000 a 5999,00
  • Acima de 6000

Portanto, é interessante a técnica de comprar moeda em grupo, quando mais de uma pessoa for viajar, visto que os spreads serão levemente menores se a moeda for comprada em quantidade.

Mas cuidado: comprar em grupo também pode ser uma furada se a compra não for bem organizada. Por isso, consultem a seção “COMO COMPRAR MOEDA EM GRUPO”, de forma a não transformar essa aparente vantagem em uma cilada.




Quais são os tipos de dólar vendidos?


No Brasil, só existem dois tipos de dólar: o comercial ou o turismo. Quanto ao dólar paralelo, era um instituto utilizado antes do plano real, nos tempos em que era muito difícil a compra de moeda estrangeira de forma oficial, e era necessário recorrer aos chamados “doleiros”, que tinham uma cotação de mercado paralela à oficial.

A figura dos “doleiros” infelizmente ainda existe, mas em razão da grande facilidade em comprar moeda estrangeira, as cotações já são praticamente as mesmas das instituições oficiais, portanto, considera-se que acabou o instituto da cotação do chamado dólar paralelo.

Assim, como hoje em dia essa necessidade já não existe mais, vamos nos ater a comentar sobre a cotação do dólar comercial e turismo.

A cotação do dólar comercial é utilizada para operações de compra e venda de moeda por via bancária, em transações de importação e exportação de produtos, com a devida documentação.

Já a cotação da moeda turismo é a cotação da moeda em espécie, para turistas, que inclui, além dos custos do dólar comercial, os custos referentes à logística de importação de moeda, transporte via carro forte, e spread bancário das agencias distribuidoras.

Vale ressaltar que essas cotações, tanto a comercial quanto turismo, não vinculam as instituições financeiras, que são livres para praticar o preço que bem desejarem, de acordo com livre oferta e demanda.

Assim, as cotações de moeda servem tão somente como uma referência, bem como para que se possam acompanhar as oscilações de alta e queda da moeda.




Quais os impostos incidentes sobre uma operação de câmbio?


O imposto existente nas operações de câmbio em espécie e cartões é o Imposto Sobre Operações Financeiras, ou IOF.

Este imposto é diferente para cada tipo de operação de câmbio, sendo que as mais comuns são as seguintes:

  • Remessa pelo cliente para conta investimento em corretora no exterior: 0,38%
  • Remessa pelo cliente para conta em banco no exterior: 1,1%
  • Operação de compra pelo cliente de moeda turismo em espécie: 1,1%
  • Operação de compra pelo cliente de moeda em cartão pré pago: 6,38%
  • Operação de compra pelo cliente de moeda em cartão de crédito: 6,38%




O que é valor efetivo total (VET)?


Valor Efetivo Total (VET) nada mais é do que a soma de tudo o que o cliente pagou na operação de câmbio, ou seja, a cotação da moeda, os impostos, e a taxa (caso a instituição cobre taxa).

A soma de todos esses valores, dividido pela quantidade de moeda que foi adquirida representará o valor efetivo total pago na operação.

É muito importante que o cliente saiba o conceito de valor efetivo total, para saber comparar de fato a cotação praticada em cada instituição financeira.

A forma de divulgar a cotação de cada instituição é diferente: algumas dão o valor efetivo total da moeda (preço já final), e outras (normalmente bancos) preferem dar a cotação só da moeda, deixando a cargo de seus clientes somar o valor do imposto e das taxas cobradas.




Como fazer uma boa compra de dólares ou euros?


Existem várias estratégias possíveis para quem quer comprar moeda estrangeira. Podemos falar quais são as que costumam dar mais certo e quais as que costumam falhar, com base na experiência.

A que geralmente dá errado: o cliente sempre fica em dúvida se a moeda vai cair ou subir, e prefere acreditar que a cotação vai abaixar até o dia de sua viagem. Não compra nem um pouco ou muito pouco de moeda até o último dia em que vai viajar.

Um dia antes, ou no dia de sua viagem, além dos preparativos necessários a uma viagem internacional, ele sai ligando para todas as lojas para enfim fazer uma pesquisa.

Só então que fica sabendo dos limites de compra, de que a partir de determinados valores teria que pagar via TED, e que nem sempre as instituições possuem a moeda que ele quer em estoque, pois muitas moedas, especialmente as exóticas levam até uma semana para chegar.

É um caos total, normalmente ele acaba pagando mais caro por isso, e nem sempre ele consegue comprar sua moeda, ficando refém de cartões de crédito ou outras formas de câmbio muito mais caras.

A que geralmente dá certo: Prudência. Pesquisar de antemão quais são as instituições idôneas em sua região onde se pode comprar moeda estrangeira e qual as que praticam os melhores preços.

Verificar de antemão os limites de pagamento por cliente, e quais as formas de pagamento aceitas por cada instituição. Verificar quanto tempo a instituição escolhida leva para conseguir trazer a moeda do país que você esteja indo.

Dividir o valor total que será levado para a viagem em várias compras, a serem feitas em intervalos de tempo. Pesquisar as cotações e lançar suas compras de forma fracionada sempre que as cotações praticadas pela loja estiverem razoáveis em relação à cotação atual.

No fim, somar todos valores pagos e dividir pela quantidade de moeda adquirida, constatando que o valor pago foi uma média das cotações disponíveis durante o período de seu planejamento de compra.




Qual é a melhor estratégia para evitar oscilações cambiais?


Existem várias estratégias para a compra de moeda, porém a estratégia mais correta e recomendada pelos especialistas para a compra de moeda estrangeira é a divisão da aquisição de moeda em várias compras até a data da viagem.

Com essa estratégia, o cliente consegue pegar diversas cotações diferentes, e, ao somar o valor total pago, dividido pelo total de moeda adquirido, ele terá obtido uma cotação média que refletirá o período que ele lançou suas compras.

Esta é a estratégia mais correta para quem quer evitar o risco das oscilações cambiais.




Porque evitar comprar moeda estrangeira com "doleiros"?


Como já dito, os chamados “doleiros” eram figuras muito frequentes que operavam moeda no mercado paralelo, antes da criação do plano real, quando a aquisição de moeda estrangeira no brasil ainda era muito difícil e custosa.

Hoje em dia, com a regulamentação do mercado de câmbio, a estabilização da economia, e a consequente facilidade em adquirir moeda estrangeira em lugares lícitos, essas pessoas deixaram de fazer sentido para os clientes comuns, e somente persistem em razão da necessidade de lavagem e ocultação de dinheiro por criminosos.

Cabe ressaltar que a atividade de compra e venda de moeda estrangeira sem a devida autorização do Banco Central do Brasil é crime, conforme previsto pelo Art. 16, da Lei nº 7492, de 16 de junho de 1986, com pena de Reclusão de 1 a 4 anos e multa:

LEI Nº 7.492, DE 16 DE JUNHO DE 1986.

Art. 16. Fazer operar, sem a devida autorização, ou com autorização obtida mediante declaração (Vetado) falsa, instituição financeira, inclusive de distribuição de valores mobiliários ou de câmbio:

Pena - Reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.

Cabe ainda ressaltar que a pena ainda pode ser agravada, se ficar comprovada que a atividade criminosa exercida pelo “doleiro” ainda se prestar a favorecer algum dos crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores, previstos pela Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998.

Noutro giro, ainda cumpre destacar que o “doleiro” não possui autorização de funcionamento pelo Banco Central do Brasil, e, portanto, não consegue emitir contrato de câmbio válido de sua operação de câmbio, o que irá impossibilitar o comprador da moeda de declarar sua compra junto aos órgãos competentes.

Cumpre destacar que a Receita Federal do Brasil está fazendo operações cada vez mais frequentes nos aeroportos junto aos turistas que estão viajando, para verificar se a moeda em posse dos viajantes está devidamente declarada, e caso o cliente não tenha o contrato registrado no SISBACEN e a devida declaração de saída, ele pode até ser enquadrado em eventual crime de evasão de divisas.

Ademais, é muito frequente que os “doleiros” coloquem notas falsas junto com as verdadeiras no momento de entregar aos seus clientes, de forma ardilosa, para maximizar seus lucros.

Se o cliente for eventual vítima de um golpe desses, a quem irá recorrer? Irá chegar em uma delegacia e declarar que compactuou de um crime ao comprar moeda de forma ilegal e foi enganado pelo criminoso que o vendeu? Onde estará o contrato de câmbio que comprova esta operação?

Nota-se que muitas pessoas incautas, em busca de descontos na sua compra de moeda estrangeira, ou por terem memória do passado em que a compra de moedas com “doleiros” era mais comum, ainda insistem em comprar moeda junto a estes elementos.

Porém, na sua próxima compra, avalie se o eventual desconto de centavos na sua cotação vale a pena o risco que você está sendo exposto em adquirir moeda com estes elementos compensa o mínimo ganho financeiro obtido com o imposto que está sendo sonegado.

Costumamos dizer que, quando um turista ou estudante está comprando dinheiro para viajar ele está em busca de paz, tranquilidade e diversão, ou de focar em seus estudos, mas não de problemas com as autoridades. Portanto, para garantir seus direitos, aja da forma correta perante à lei.




Porque evitar a compra do chamado "Dólar Futuro"


Outra questão muito comum que algumas pessoas conseguem encontrar na hora de comprar moeda em alguns lugares irregulares é a eventual oferta de compra de “dólar futuro”, onde o vendedor pega o dinheiro do cliente e promete a entrega do dólar em data futura, oferecendo como contrapartida a possibilidade de uma cotação menor.

Cumpre destacar que essas operações ilegais, chamadas por estes “doleiros” de “dólar futuro”, não possui nenhuma relação com o mercado de derivativos cambiais regulamentado pela Bolsa de Valores, que comercializa contratos baseados em cotações futuras de dólares, que são perfeitamente legalizados e regulamentados pela CVM.

Assim alusão ao nome “dólar futuro” utilizadas pelos “doleiros” se dá para tentar dar alguma legitimidade a uma operação ilegal.

A legislação que prevê a compra e venda de moeda em espécie é clara ao preceituar que as operações de câmbio devem ser liquidadas a pronto, ou seja, o cliente compra e paga sua moeda no mesmo momento.

No máximo, a instituição financeira que comercializou a moeda pode não ter o valor vendido todo em estoque, e pedir um prazo curto para entrega do valor, até chegar o próximo carro forte, mas já deve de pronto emitir o contrato de câmbio, e providenciar seu devido registro junto ao SISBACEN.

Quando uma instituição lhe prometer a venda de “dólar futuro” em espécie, na verdade ele está pegando seu dinheiro, e não está emitindo um contrato de câmbio regular com registro no SISBACEN.

Ou seja, você está desembolsando valores enormes sem nenhuma garantia do Banco Central de que seu dinheiro será entregue na data pactuada.

Estes vendedores, ao invés de trabalhar com capital de giro próprio estão trabalhando com capital de giro obtido de clientes, pegando dinheiro de um para entregar ao outro, de forma contabilmente desorganizada, em um sistema que se assemelha a uma pirâmide financeira.

Portanto, mais uma vez se apela ao bom senso das pessoas: quando um cliente está viajando para o exterior, ele está em busca de paz e tranquilidade em suas férias, ou de obter retorno com investimentos em seus estudos no exterior.

Analise bem se vale a pena a economia de alguns centavos em sua cotação, arriscando o total de suas economias para viagem na mão desses malfeitores, que estão operando de forma ilegal.




Existe um dia da semana melhor para comprar moeda estrangeira?


Não existe um dia da semana específico onde a compra ou venda da moeda sejam mais vantajosos.

É muito comum se escutar essa superstição, mas, na verdade, a cotação da moeda é regida exclusivamente pelas variações mercado cambial, que arbitra o preço da moeda em razão da oferta e demanda, em tempo real.

Portanto, nada de cair nessa história que a sexta é melhor para comprar, ou o primeiro dia do mês, isso não tem nenhum respaldo técnico.




É melhor comprar logo a moeda local do país que estou indo ou comprar dólar e euro e trocar lá pela moeda local?


Cada vez que você faz uma troca de moeda, você está fazendo uma operação de câmbio, que possui custos, como o spread da operação de câmbio, e o imposto devido. Esses custos, via de regra, são maiores do que a variação cambial do preço das moedas entre os países.

Portanto, é aconselhável que o cliente já compre de uma vez a moeda que vai usar, de forma a fazer apenas uma operação de câmbio, evitando ser onerado novamente com os custos referentes à outra operação de câmbio.

Caso o cliente vá para vários países, com moedas diferentes, é aconselhável um estudo sobre o quanto irá gastar em cada país, e já compre o valor certo, na moeda local, para cada país que está indo viajar.

Contudo, caso a moeda do país para o qual o cliente está indo não seja comercializável no Brasil, então é melhor que o cliente compre dólares e leve para sua viagem, visto que será mais fácil trocar dólares pela moeda local do que trocar reais no país pela moeda local, visto que os dólares são muito mais aceitos.





DURANTE A COMPRA DE MOEDA ESTRANGEIRA

Qual é a importância do cadastro em uma Instituição Financeira?


O cadastro correto do cliente é muito importante para o cliente e para a instituição financeira.

Por meio do correto cadastro, as informações inseridas no sistema serão devidamente importadas para o contrato de câmbio das operações feitas pelo cliente, e serão prestadas corretamente ao Banco Central, que consolida as informações de todas operações de câmbio, por meio do Sistema SISBACEN.

A informações requeridas pela Red Gold câmbio para o cadastro inicial do cliente são: Foto do RG ou CNH, endereço com CEP, profissão e e-mail. Com essas informações já é possível cadastrar o cliente no sistema e fechar operações de câmbio até 10 mil USD ou o equivalente.

Caso seja necessário atribuir um limite superior a 10 mil USD para o cliente, a instituição financeira poderá solicitar informações extras, como:

  • Comprovantes de renda (contracheques ou DECORE)
  • Declaração de Imposto de Renda
  • Comprovante de Endereço
  • Ficha Cadastral preenchida.

Caso o cliente ainda não tenha declarado o dinheiro que deseja converter em moeda estrangeira (mesmo exercício fiscal), pode apresentar a documentação comprobatória de origem dos recursos que serão utilizados.

O que o cliente precisa ter em mente é que um cadastro completo, bem feito e consistente é um benefício para si próprio.

Ou seja, essa suposta burocracia inicial para comprovar a origem dos recursos irá se converter em um cadastro correto e uma operação bem justificada, de forma a evitar problemas futuros com órgãos reguladores, como Banco Central, Receita Federal e até Polícia Federal.

Por isso, desconfie de instituições financeiras que prometem facilitar seu cadastro e realizar suas operações financeiras sem lhe exigir documentos comprobatórios, isso poderá ser ruim para você no futuro.




Qual a importância do contrato de câmbio?


O contrato de câmbio é o documento que comprova a operação de câmbio feita entre o cliente e a instituição financeira. Ademais, este contrato é encaminhado posteriormente para o Banco Central via Sistema Sisbacen.

As informações cadastrais constantes no contrato de câmbio advêm do cadastro do cliente no sistema de câmbio da instituição, e as informações financeiras correspondem ao que foi acordado entre o cliente e a instituição.

O contrato de câmbio é de suma importância para que o cliente possa declarar posteriormente sua operação de câmbio junto aos Órgãos Públicos competentes, bem como pra fins de comprovação da origem lícita da moeda estrangeira.

Com o contrato de câmbio o cliente pode fazer a declaração de saída de recursos do Brasil (E-DBV), declaração de Imposto de Renda (se necessário), e comprovar a propriedade da moeda se for necessária eventual comprovação junto à demais órgãos competentes.

Outrossim, não basta que haja um contrato de câmbio redigido entre as partes, mas também é necessário que o referido contrato seja emitido por uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e que seja registrado no SISBACEN, de forma que as informações dispostas no contrato sejam prestadas aos órgãos competentes.




Como posso pagar cada operação de câmbio e quais os documentos necessários para efetivá-la?


Os limites de transferência que adotamos são os seguintes:

  • Até 10 mil reais: Dinheiro ou transferência bancária. Só precisa de foto do RG ou CNH, e informar endereço profissão e e-mail.
  • Entre 10 mil reais a 40 mil reais: Somente via transferência bancária (TED) direto para a conta da Corretora de Câmbio. Só precisa de foto do RG ou CNH, e informar endereço profissão e e-mail.
  • Acima de 40 mil reais: Somente transferência bancária direto para a conta da Corretora de Câmbio e com a entrega de documentação adicional (Ficha cadastral, Imposto de Renda com recibo ou Comprovante de origem dos recursos e Comprovante de residência)
Lembrando que estes limites são para o prazo de 180 (cento e oitenta) dias, e por CPF cadastrado.




O dólar estava mais barato na outra vez que cotei, voces podem me vender no preço anterior?


Adoraríamos poder praticar cotações anteriores para os nossos clientes, porém isso é impossível. Para explicar porque, é necessário primeiramente explicar a diferença de uma casa de câmbio para um comércio comum.

Nos outros comércios, os comerciantes adquirem primeiramente seus estoques, e depois colocam as mercadorias a venda.

Já em uma casa de câmbio, ocorrem simultaneamente a operação de venda ao cliente, e a operação da compra da moeda.

Ou seja, quando ocorre uma operação de câmbio para vender moeda ao cliente, a loja automaticamente faz outra operação de compra, comprando a mercadoria que será entregue.

Tudo isso ocorre no mesmo momento, e na mesma cotação, com a diferença que uma cotação é de compra e outra de venda.

Ademais, tudo isso ocorre em um sistema de informações tabelado, onde é impossível vender por menos do que a cotação mínima permitida do momento.

Por essa razão é impossível que a loja pratique preços praticados no passado. Assim, se você viu uma cotação razoável, e está em dúvida se compra logo, na dúvida se a moeda vai cair mais ou subir, é melhor pensar bem: o relógio do câmbio não volta no passado.




O desconto que vocês estão me dando é muito baixo! Porque não me dão um desconto maior e abaixam logo 10 centavos no preço da moeda?


Voltamos a comparar as casas de câmbio com outros comerciantes comuns. Nos comércios comuns a margem entre o valor da compra do fornecedor e o valor da venda ao cliente normalmente são bem maiores do que as margens de uma casa de câmbio.

Assim, os comerciantes comuns possuem uma autonomia bem maior para reverem seus preços e darem descontos

Já as casas de câmbio possuem outra característica: A moeda é tabelada, e o negócio possui uma característica de alta rotatividade de giro de mercadorias.

Assim, por ser um tipo de negócio baseado em alta rotatividade, as margens de spread praticadas em câmbio são muito inferiores às margens praticadas em outros segmentos.

Portanto, se a margem de faturamento de algumas operações chega a ser menor do que 1%, é impossível conseguir descontos maiores do que um ou dois centavos nas cotações.

Mas saibam de uma coisa: as vezes um centavo a menos na cotação pode representar mais de 300 reais de diferença no valor final de sua operação!




Como saber se a instituição que eu estou lidando é credenciada pelo Banco Central do Brasil?


Sempre que você for comprar moeda estrangeira em uma instituição financeira, é necessário conferir se esta instituição está cadastrada no banco Central do Brasil.

A conferência de conformidade da instituição deve ser feita no site abaixo:

https://www.bcb.gov.br/rex/iamc/port/correspondentes/correspondentes.asp.

A Red Gold está devidamente cadastrada no site do Banco Central, confira!




Quais são as vantagens e desvantagens de adquirir moeda em espécie?


Acerca da moeda em espécie, a vantagem é a liquidez e o IOF mais barato de todas operações de câmbio turismo, ou seja, de 1,1%.

Quando se compara o IOF menor com o imposto das operações em cartões (6,38%), existe a substancial diferença de 5,28% no valor da compra, isso representa comprar muito mais moeda para quem está comprando em espécie.

Outra vantagem da compra da moeda em espécie é que o cliente ainda tem a possibilidade de realizar suas compras no dia em que a cotação está mais favorável, o que também lhe permite, de certa forma, aproveitar os momentos de baixa na moeda para comprar.

Esta, vantagem um usuário de cartão de crédito não tem, já que necessariamente paga a cotação da moeda do dia em que passou o cartão.

Como desvantagem da moeda em espécie, pode-se falar da questão da segurança: o cliente que está com dinheiro tem que ser muito mais cauteloso com seus pertences, pois está em posse de um bem fungível e líquido, que se roubado será difícil de recuperar.

Nesse ponto recomenda-se que o cliente utilize os cofres disponibilizados pelos hotéis (só sair com o que for gastar no dia), utilize as chamadas “doleiras”, que são compartimentos de segurança para guardar moeda, e fiquem sempre muito atentos em suas bolsas, especialmente em locais de transporte público e restaurantes.




Quais as vantagens e desvantagens de utilizar os cartões pré pagos?


Os cartões pré-pagos são como cartões de crédito comuns, com a diferença que eles são previamente carregados em moeda estrangeira, e funcionam na função débito.

Dentre as desvantagens, pode-se citar que o IOF é mais caro para operações de câmbio de moedas no cartão, ou seja, de 6,38%, mesma alíquota do cartão de crédito.

Porém, esse produto apresenta algumas vantagens em relação aos cartões de crédito:

A Red Gold comercializa o cartão pré-pago Mastercard Multi Cash Passport, que é um produto que pode ser carregado em até 6 (seis) moedas diferentes, ao mesmo tempo.

Esse diferencial é muito importante quando o viajante está indo para vários países diferentes, pois, na hora de passar o cartão, o produto permite escolher a moeda certa do país onde ele está, evitando que seja feita uma dupla operação de conversão (real para dólar e dólar para moeda do país).

Outra vantagem é a previsibilidade dos gastos: o cliente tem a possibilidade de carregar o cartão no dia em que a cotação está mais favorável e pagar a melhor taxa, até o dia de seu embarque, já indo com o cartão carregado na moeda e sem dívidas para depois da viagem.

O Mastercard Cash Passport também disponibiliza aos clientes a possibilidade de controle do saldo do cartão via aplicativo para celular e também via site na internet

Esta funcionalidade é muito útil para poder acompanhar em tempo real o saldo que ainda tem disponível e também para o caso de pais com filhos no exterior que precisam transferir dinheiro e monitorar como o filho está gastando.

Ademais, o Mastercard Multi Cash Passport ainda realiza campanhas promocionais com frequência para seus clientes, e muitas vezes oferece descontos de até 60% em outlets, duty frees e em restaurantes famosos.

Estes descontos se tornam um grande diferencial para os clientes que já planejam comprar alguma coisa nesses estabelecimentos, pois mesmo com o IOF mais caro, o valor dos descontos costuma compensar muito mais do que a compra em espécie.




Quais são as vantagens e desvantagens de utilizar os cartões de crédito?


De todas as modalidades de gasto em uma viagem, o cartão de crédito é a pior, pois ele reúne três inconvenientes: o IOF é mais caro para operações de câmbio de moedas no cartão (6,38%), não existe possibilidade de negociar a taxa de câmbio no momento em que a cotação está mais vantajosa, além da imprevisibilidade de gastos, ou seja, é um produto que te induz a gastar mais do que o necessário.

É muito comum ver clientes que não percebem o quanto passaram o cartão durante a viagem, e depois que retornam tomam um susto quando chega a fatura, e como a taxa de câmbio é estipulada pela bandeira do cartão, não existe possibilidade de negociação.

Acerca das vantagens, pode-se citar a segurança contra furtos (se alguém te roubar, basta cancelar o cartão), e a possibilidade de ganhar milhas sobre o valor total gasto.





DEPOIS DA COMPRA DE MOEDA ESTRANGEIRA

Preciso declarar a moeda estrangeira que comprei?


Caso você esteja viajando com mais de 10 mil reais em moeda estrangeira espécie, por pessoa, é necessário apresentar Declaração Eletrônica de Bens do Viajante (e-DBV).

A E-DBV pode ser feita no Site da Receita Federal, e o viajante não deve se esquecer de se apresentar na representação da Receita Federal no Aeroporto para apresentar a declaração e validá-la.

Acerca do imposto de Renda, se você não for gastar a moeda adquirida no mesmo exercício fiscal e estiver comprando para guardar, é necessário declarar a propriedade da moeda na declaração de bens e direitos, a exemplo de um imóvel, veículo ou valores disponíveis em aplicações financeiras.




Como faço para declarar para a Receita Federal quando estou saindo com dinheiro do Brasil?


Para fazer sua declaração Eletrônica de Bens do Viajante (e-DBV), você deve acessar o site:

https://www.edbv.receita.fazenda.gov.br/edbv-viajante/pages/selecionarAcao/selecionarAcao.jsf.

As orientações sobre como preencher a e-DBV seguem no link abaixo:

http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/aduaneira/viagens-internacionais/guia-do-viajante/e-dbv/como-preencher-a-e-dbv




Qual o mínimo de moeda que devo levar por dia para minha viagem?


Não existe um valor mínimo em espécie estabelecido pelas imigrações dos EUA e Europa para os turistas.

Porém, na entrevista da imigração o oficial pode perguntar quanto dinheiro você possui em sua posse, e lhe obrigar a comprovar que você tem recursos suficientes para arcar com sua estadia e alimentação enquanto você estiver no território daquele país.

Portanto, para evitar eventuais contratempos, é necessário que o viajante viaje com moeda suficiente em espécie sob sua posse, além de ter meios de comprovar que dispõe de outras formas de custeio, como cartões de crédito, dinheiro em conta corrente, etc., caso seja instado a comprovar renda.

O valor mínimo que se costuma estabelecer nos sites de turismo, em moeda espécie (cédulas), para os viajantes, é de 100 Dólares Americanos por dia, para viagens aos EUA, e 75 Euros por dia, para viagens à Europa.

Para outros países, considerar o valor equivalente a 100 Dólares Americanos.




Qual é o mínimo e o máximo de moeda que posso comprar na Red Gold?


O mínimo de moeda que nós comercializamos por operação é de 100 dólares ou 100 Euros. Menos do que isto, os custos operacionais da venda são maiores do que a remuneração obtida pelo agente financeiro.

Além do mais, normalmente as cédulas destas moedas são comercializadas em múltiplos de 100.

Sobre o máximo que pode ser comprado, não existe um limite máximo, mas sim o valor que o cliente consegue comprovar que possui de forma lícita e declarada junto às autoridades por meio dos documentos solicitados no momento de seu cadastro, cuja avaliação servirá para compor o limite permitido de venda para aquele determinado cliente.

Portanto, caso um cliente deseje comprar 500 mil reais em dólares, mas sua declaração de imposto de renda não assegure que ele tenha renda compatível, a venda não será permitida.

Noutro giro, outro cliente que quiser comprar 1 milhão de dólares e tiver declaração de renda compatível irá conseguir comprar normalmente.

Somente lembrando que o Banco Central do Brasil enxerga com maus olhos compras em espécie de moeda estrangeira de valores muito altos, pois isso é um indicador de que o cliente está buscando omitir, de alguma forma, informações sobre a transferência daqueles recursos.

Assim, para valores superiores a 50 mil dólares, é recomendável que o cliente passe a considerar a hipótese de abrir uma conta corrente no exterior e transmitir seu dinheiro via remessa bancária, que passa a ser o produto mais adequado para volumes altos de recursos a serem movimentados.

A Red Gold dispõe de maiores informações sobre as melhores formas de proceder em casos de movimentação mais alta, avaliando a situação dos clientes caso a caso, não hesite em nos consultar no Whatsapp (61) 982133789.




Qual é o máximo de moeda que posso levar para minha viagem?


Não existe um máximo de moeda que você possa levar para viagem. Porém, caso você esteja levando mais de 10 mil dólares americanos por família, para os EUA ou 10 mil euros por pessoa, para Europa, você deve declarar o valor que está transportando.




Como faço para declarar a moeda na alfândega do país em que estou viajando?


Para entrada nos Estados Unidos, o viajante deve preencher o Formulário CBP 6059B, que normalmente é distribuído pelos Comissários de Voo no momento da viagem aérea.

Aproveite o tempo ocioso durante a viagem e preencha seu formulário com calma e de forma completa. Caso não saiba falar inglês, peça ajuda dos comissários para verificar se possuem algum formulário em espanhol ou português.

Se você já quiser conhecer o formulário que será distribuído e já ir se ambientando com as perguntas que serão feitas, basta fazer o download no site abixo:

https://www.cbp.gov/document/forms/form-6059b-customs-declaration-english-fillable

Ou então, também pode obter o formulário no site abaixo:

https://www.cbp.gov/sites/default/files/documents/CBP%20Form%206059B%20English%20%28Sample%20Watermark%29.pdf

Lembrando que todas as perguntas devem ser preenchidas e que as perguntas devem ser respondidas por família, em conjunto, cujos nomes de todos presentes devem ser incluídos no formulário.

No momento da entrevista na imigração, todos os familiares que constam no formulário devem entrar para a entrevista juntos.

Porém, se você estiver viajando com amigos, namorados ou outras pessoas com as quais não possui grau de parentesco, terá que seguir para a entrevista individualmente, e informar verbalmente, caso perguntado, que está viajando em parceria destas outras pessoas.

Acerca de viagens para a Europa, o viajante deve declarar sempre que estiver viajando com mais de 10 mil euros por pessoa.

O formulário de declaração também será distribuído no avião pelos Comissários de Bordo e deverá ser entregue na Alfândega, localizada no interior do aeroporto, na zona de chegadas.

Para maiores informações sobre a declaração de valores para a Europa, visitar o site abaixo:

https://ec.europa.eu/taxation_customs/individuals/cash-controls_en




Como não ter problemas com a Receita Federal e outras Autoridades?


A resposta a essa pergunta é bem mais simples do que parece: Para não ter problemas com a Receita Federal, basta cumprir a lei.

A boa notícia é: para quem está comprando moeda para viajar, não existe nenhum imposto adicional além do IOF que está sendo pago no momento da compra.

Ademais, a Lei estabelece a todos os cidadãos tem o direito de fazerem o que bem entenderem com seu dinheiro após receber sua renda e pagar os impostos devidos.

Portanto, não há porque ter medo de comprar moeda estrangeira, em qualquer quantidade se a compra de moeda é feita com o dinheiro de seu salário e se você declara todo ano sua renda e pode comprovar a origem lícita do dinheiro que você recebe.

A Receita Federal tão somente verifica se o valor que você comprou é inferior do que o que você declara ganhar.

Portanto, se em sua Declaração de Imposto de Renda você declara ganhar 200 mil reais por ano, e você recolhe os impostos devidos, esse valor pode ser utilizado para a compra de moeda estrangeira sem problema algum.

O que vai acender o sinal vermelho na Receita Federal é se você está comprando uma quantidade de moeda superior ao que você declara ganhar.

Ou seja, imagine uma situação onde o cidadão declara em seu imposto de renda que ganha 50 mil por ano, mas faz uma compra de 100 mil reais em moeda estrangeira. Há indícios que existe algo de errado nisso, não?

Cabe ressaltar que todas operações de câmbio são devidamente informadas para a receita Federal e banco Central do Brasil pelas Instituições Financeiras, portanto, eles já possuem a informação que seu CPF comprou aquela moeda.

Porém, é seu dever declarar que vai sair com ela do Brasil via e-DBV, antes de viajar, ou então inserir ela na sua lista de bens e direitos no próximo Imposto de Renda, se você pretende comprar para guardar.

Nota-se que muitas pessoas, mesmo estando perfeitamente dentro da lei, ou seja, fazendo compras em valores inferiores ao que declaram receber no IR, mesmo assim tem medo de apresentar declaração de saída do Brasil com moeda para a Receita Federal.

Não caiam nessa, quem não deve não teme! Ao deixar de declarar a saída de moeda corretamente via e-DBV, a pessoa está se sujeitando a sanções penais de evasão de divisas. Para que se sujeitar a isso se você paga seus impostos corretamente?

Outra dica, evite doleiros. A Lei nº 7492, de 16 de junho de 1986 estabelece que a atividade de compra e venda de moeda estrangeira por instituição que não seja autorizada a funcionar pelo Banco Central é crime.

Ou seja, ao comprar moeda de doleiros, a pessoa está sendo condescendente com uma atividade criminosa.

Ademais, a lei supracitada anda lado a lado com a Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998, que prevê os crimes de Lavagem de Dinheiro, visto que normalmente esses elementos se prestam a lavar dinheiro para o crime organizado.

Você, cidadão de bem, que não é bandido, certamente não quer se envolver com esses malfeitores por causa de uma economia pífia no valor pago por sua moeda, correto?

Ademais, vamos resumir aqui algumas dicas que vão lhe economizar problemas com a Receita Federal, algumas delas bem obvias:

  • Não compre moeda para outras pessoas em seu CPF;
  • Não compre moeda em “doleiros”;
  • Compre apenas em instituições financeiras de confiança e autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;
  • Declare moeda ao sair do Brasil, quando estiver saindo com mais de 10 mil reais, via e-DBV;
  • Se comprou a moeda para guardar, declare na sua declaração de Imposto de Renda, na área de bens e direitos;
  • Dica extra: Não deixe declarar corretamente para as autoridades alfandegárias quando estiver entrando com mais de 10 mil dólares por família nos EUA, mais de 10 mil Euros por pessoa na Europa, ou na quantidade perguntada no formulário de entrada, em caso de demais países. Deixar de prestar a informação correta pode lhe causar problemas internacionais.





DICAS ÚTEIS COM RELAÇÃO À MOEDA ESTRANGEIRA

Desconfie de quem oferece vantagens excessivas.


Infelizmente no mercado de moedas estrangeiras, podem-se encontrar diversas furadas: doleiros, instituições que praticam “dólar futuro”, e outras artimanhas.

Não aceite arriscar suas economias de viagens por causa de promessas irreais. O dólar é um commodity, com preço tabelado pelo mercado financeiro, e suas cotações dificilmente superam a diferença de 5% entre uma instituição séria e outra.

Caso alguém lhe oferecer grandes descontos na cotação, desconfie! É grande a possibilidade de ter algum problema nessa operação.

Existe uma máxima nas delegacias que fala que por trás de cada golpe praticado por um estelionatário, existia uma vítima gananciosa que estava interessada em obter vantagem.

O modo que essas pessoas operam para conseguir vender suas ilicitudes é oferecendo vantagens excessivas na cotação, se aproveitando da vontade dos clientes em comprar moeda mais barato para aplicar golpes.

Se alguém lhe oferecer vantagens excessivas, desconfie. E se lhe oferecerem a compra de moeda de formas alheias ao que prevê a legislação, saiba que você não está lidando com uma instituição séria.

Mesmo que eles tenham loja física e mesmo que outros amigos já tenham comprado nessa instituição, e que a compra lá já tenha dado certo antes para eles, não acredite. Um dia a casa cai.




Não compre moedas estrangeiras de última hora.


De todas as estratégias de compra de moeda, a estratégia de comprar moeda na última hora é a que costuma dar menos certo.

Porém infelizmente, essa estratégia é muito comum.

Frequentemente, existe uma esperança dos viajantes de que a moeda vá cair drasticamente até o dia da sua viagem.

É comum, inclusive, ouvir algumas pessoas com viagem confirmada para 3 ou 4 dias depois, falando: “ainda não comprei, pois estou esperando o dólar cair para 3 reais”.

Achamos excelente o otimismo do nosso povo, porém, infelizmente as chances de uma queda brusca de 1 real na cotação de qualquer moeda, em um período de menos de um mês é mínima ou até nula, explicamos porque:

  • As cotações costumam variar para cima ou para baixo menos de 1% ao dia, e somente um evento econômico de enorme vulto, poderia dar um impacto negativo de 30% ou mais no preço da moeda em tão pouco tempo;
  • Caso este suposto evento aconteça, e dado o histórico de crises que o Brasil vêm enfrentando, seria muito mais provável que este suposto evento venha para piorar as cotações, e não para abaixá-las;
As movimentações de queda na moeda, quando acontecem, são fruto do trabalho de organização da economia e de melhoria no controle fiscal. Isso vem com o tempo e com muito trabalho, não acontece de forma brusca.

Ainda podemos citar que existe o risco de compra na última hora do cliente querer comprar moeda e não ter moeda disponível nas lojas para venda.

A logística de importação de moedas no Brasil é muito instável, e muitas vezes acontece o desabastecimento das lojas ou a falta de determinadas moedas por problemas de importação.

Portanto, caso falte menos de 15 dias para a sua viagem, é hora de começar a comprar.

Entendemos perfeitamente que existe a esperança de que a cotação despenque ou no mínimo caia um pouco, mas, quanto menos tempo faltar para sua viagem, menor também será a possibilidade desta queda acontecer.




Compra de moeda não é motivo para estresse


É muito comum também vivenciar outra situação na hora de compra da moeda estrangeira: muitos viajantes esquecem que a compra de moeda é somente um meio para poderem viajar, e passam a se concentrar tanto em acompanhar as cotações da moeda que isso se torna uma verdadeira obsessão, chegando ao ponto de tirar as noites de sono de muitas pessoas quando a moeda sobe.

A estas pessoas temos uma sugestão: calma, gente! Vocês estão comprando moeda para viajar, só isso.

Se a ideia for se tornar um investidor profissional e acompanhar os estudos e os gráficos de oscilação de moedas internacionais, é melhor então fazer isso profissionalmente, estudando e montando uma carteira de aplicações nos derivativos de moedas estrangeiras existentes na Bolsa de Valores.

A diferença de 1 centavo na cotação da moeda para quem está comprando 500 dólares é de 5 reais. Ninguém precisa perder o sono por causa disso.

Lembrem-se que a maioria das pessoas está indo viajar justamente para relaxar e ter um pouco de prazer.

Se você seguir as dicas desse livro, escolher uma instituição sólida e de confiança, e comprar sua moeda de forma fracionada até sua viagem, terá feito um excelente negócio levando em conta as cotações da moeda do período em que comprou.

Saibam que o mercado é quem dita o preço, e não os viajantes. Portanto, não há nada que possa ser feito para que a cotação suba ou caia, além de aceitar as oscilações de oferta e demanda impostas por esta mão invisível.

Portanto, relaxem, escolham a melhor instituição, e boas compras!




Saiba a melhor forma decomprar moeda em grupo.


Este é um assunto delicado. Conforme já dito, as lojas geralmente praticam preços mais baixos, na cotação do momento, para clientes que estão comprando em volumes maiores.

Contudo, na maioria das vezes, esse possível ganho de cotação vira um verdadeiro transtorno na hora de operacionalizar a compra, e no fim todos acabam pagando mais caro.

O que não deve acontecer: cada pessoa tem sua forma de enxergar o melhor momento para compra de moeda. Alguns acham que já está na hora, outros acham que ainda não é o momento de compra, e acaba acontecendo um impasse no grupo.

Por fim, quando todos decidem comprar (geralmente nos últimos dias antes da viagem) ainda chega a hora que todos precisam se cadastrar e transferir, tudo isso em cima da hora, junto com os últimos preparativos da viagem.

O que deve acontecer: logo que a viagem é marcada, cria-se um grupo no Whatsapp e nomeia-se um líder responsável pela pesquisa compra. O grupo todo se compromete a ser coeso e a aceitar suas decisões no momento em que ele decidir lançar as compras.

Esse líder já se encarrega com antecedência de fazer uma pesquisa inicial, buscando as melhores instituições financeiras de sua região para comprar, e, por fim, já deixa uma instituição finalista, da confiança de todos, como escolhida.

O líder também se encarrega de já recolher todos os documentos necessários de todos os membros do grupo e as demais informações de cadastro, e já cadastrar todo mundo com antecedência na instituição.

Por fim, nas datas já marcadas (várias datas pré-agendadas pelo grupo até o dia da viagem), o líder liga para a instituição, fecha a taxa de câmbio do grupo, informa para instituição quanto vai ser boletado em cada CPF, e se encarrega de acompanhar as transferências de cada um.

Como já visto, não é fácil comprar moeda em grupo, e muitas vezes o trabalho que dá para organizar as compras não compensa o ganho na cotação que é obtido.

Portanto, cabe decidir se realmente compensa participar do grupo no momento da compra, ou se é melhor ter a flexibilidade e autonomia de poder tomar as próprias decisões, agindo de acordo com sua própria consciência, no momento da compra. Essa é uma decisão que o cliente deve tomar.




Pague 1/12 de sua viagem por mês e use nosso serviço gratuito de cotações pra escolher os melhores momentos para comprar.


Uma boa dica para clientes que gostam de comprar sua moeda de forma planejada e segura é se cadastrar em nossa lista de Whatsapp no número (61) 982133789 e passar a receber as nossas promoções diárias de moeda estrangeira.

Nestas promoções, colocamos um preço especial para clientes que compram menos de 1000 USD, e cotações ainda melhores para clientes que compram acima desse valor.

A métrica que sugerimos aos nossos clientes é:

  1. Calcule o quanto vai gastar no total com sua viagem, com um ano de antecedência;
  2. A cada mês, acompanhando as cotações pelo Whatsapp, adquirira sua moeda correspondente à fração de 1/12 do que será gasto em sua viagem, de preferência no início do mês logo após receber o salário, para já provisionar esse investimento;
  3. No dia de viajar, você já terá pago o valor total de toda a sua viagem, terá pago de forma mais branda, e não terá mais nenhuma despesa adicional para depois de seu retorno.

Essa é a nossa sugestão para fazer um bom negócio em câmbio, tirando uma cotação média dos 12 meses que comprou.

Sabemos que é difícil ter esse controle mensal, e que, via de regra, as pessoas deixam para programar suas viagens de última hora.

Mas não se preocupem, caso você não tenha feito o planejamento acima, vamos buscar lhe dar o melhor atendimento e também lhe proporcionar uma excelente experiência de compra, da mesma forma.




Abrir conta investimento em Corretora de Valores nos EUA


Muitos clientes entram em contato conosco perguntando se conhecemos alguma instituição financeira nos EUA para abertura de contas.

Após pesquisa, descobrimos esse produto, que é excelente. Encaminhamos para vosso conhecimento:

Trata-se da Brasil Plural Securities LLC., uma corretora de investimentos nos EUA, subsidiária do Banco brasileiro de Investimentos Brasil Plural.

Essa instituição tem como foco os clientes brasileiros de alta performance (valor investido superior a 100 mil USD), que desejam diversificar seus investimentos no Brasil aplicando uma parte de seus recursos em dólar.

Dentre os benefícios em se abrir uma conta na BPS, podemos citar:

  • Abertura de conta sem custo
  • Conta não possui taxa de manutenção.
  • Dinheiro investido em dólar, ou seja, livre das oscilações cambiais do real;
  • Não é um banco, e sim uma corretora de investimentos. Assim, no momento de remessa de dinheiro, o IOF pago será de apenas 0,38% (remessa para conta investimento em corretora), ao invés de 1,1% (remessas para conta corrente em bancos).
  • Dinheiro aplicado em produtos de alta rentabilidade disponibilizados pela plataforma Pershing, com rentabilidades muito superiores de bancos do exterior.
  • Possibilidade de um cartão de crédito internacional VISA nas bandeiras Silver, Gold ou Platinum.
  • Possibilidade de alavancagem (empréstimos) com taxas diferenciadas, em dólar.
  • Possibilidade de abertura de conta Pessoa Física, singular ou conjunta, e Pessoa Jurídica.
  • Atendimento rápido e personalizado em português, via telefone ou e-mail, com o gerente de contas.
  • Agencias em Miami e New York.

Sem dúvidas é um excelente produto para quem tem vontade de investir sua poupança em uma moeda forte, livre das oscilações do câmbio no brasil, e ainda com excelentes remunerações.




Como fazer remessa de valores para contas no exterior.


As remessas financeiras são produtos direcionados para quem necessita transferir dinheiro de uma conta em uma instituição financeira no Brasil para uma conta em uma instituição financeira no exterior.

Este produto é indicado para quem precisa fazer algum pagamento a fornecedor no exterior, ou para quem necessita fazer operações de câmbio em valores maiores, que não justifiquem a compra em espécie.

O produto também pode ser utilizado da forma inversa, ou seja, para receber valores de uma conta bancária no exterior para uma conta corrente no Brasil.

Para fazer uma remessa financeira é necessário que o cliente se cadastre na Red Gold, e encaminhe todos os documentos pessoais solicitados, bem como os demais documentos eventuais que forem solicitados para elucidar a finalidade da operação de câmbio pretendida.

Acerca dos impostos incidentes sobre as Remessas Financeiras, estes variam caso a caso, mas os mais comuns são:

  • IOF de 0,38% e isenção de IR para remessas com finalidade de transferência para conta investimento em Corretoras de Valores no Exterior, do mesmo titular.

  • IOF de 1,1% e isenção de IR para remessas com finalidade de transferência para conta corrente em Bancos no Exterior, do mesmo titular, e.

  • IOF de 1,1% e isenção de IR para remessas com finalidade de transferência para conta corrente em Bancos no Exterior, de titular diferente, com a finalidade de manutenção de residentes.

  • IOF de 1,1% e IR para remessas com finalidade de transferência para conta corrente em Bancos no Exterior, de titular diferente, com a finalidade de pagamento por serviços prestados.




A Instituição Financeira não tem culpa se a cotação sobe ou cai.


Infelizmente por desconhecerem os mecanismos de funcionamento de uma instituição financeira, alguns clientes acham que as elevações no preço da moeda estrangeira são culpa das casas de câmbio.

Assim, quando a moeda sobe, é frequente recebermos mensagens indignadas de alguns clientes, pedindo para que abaixemos novamente o valor do câmbio.

Parece óbvio, mas é necessário que as pessoas saibam que as oscilações no preço das moedas estrangeiras acontecem em razão da oferta e demanda de moedas no mercado financeiro, cujas operações são centralizadas no banco Central do Brasil.

Portanto, as instituições financeiras apenas obedecem aos preços de mercado, e não tem como fazer nada se a cotação sobe ou cai, visto que são apenas meros vendedores de moeda aos clientes finais.




A Instituição Financeira não ganha mais quando a cotação do dólar comercial sobe.


Outra confusão frequente que algumas pessoas acreditam, é que as instituições financeiras se beneficiam quando as cotações de moeda sobem, como se estas fossem formadas por especuladores.

Essa forma de pensar é errada. Na verdade, independente de quando está o preço da moeda, existe a cotação de compra e a cotação de venda, e a casa de câmbio é remunerada por esta diferença entra a cotação de compra e a de venda do momento.

As casas de câmbio não especulam com moeda estrangeira, pois não possuem dinheiro em estoque.

Assim que ocorre uma venda de moeda ao cliente, automaticamente acontece também uma operação de compra da moeda para lastrear aquela operação, e a única remuneração que o agente financeiro obtém é o spread, que nada mais é do que a diferença entre a cotação de compra e a de venda daquela hora.

Na verdade, as casas de câmbio detestam quando a moeda sobe e fica cara para os clientes, pois menos pessoas resolvem viajar, consequentemente as vendas caem.

Portanto, saibam que existe um alinhamento de interesses entre nós e nossos clientes, queremos que as cotações caiam e fiquem boas para que você possa viajar e estudar no exterior.





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